What is Real? Discussions with Ranga.

This post is a long email discussion I had with my friend Ranga. O tema era a irrealidade da realidade das coisas e como essa noção pode ser aplicada na física,,en,Atravessar o debate novamente,,en,Eu sinto que Ranga se considera melhor versado nas questões de filosofia do que eu sou,,en,eu também,,en,Eu o considero melhor ler do que me,,en,Mas eu sinto que sua suposição,,en,que eu não sabia o tanto que eu deveria estar falando sobre essas coisas,,en,pode ter influenciado sua opinião e cegou para algumas das coisas realmente novas,,en,Eu tinha a dizer,,en,Eu acho que há muito poucos pontos interessantes que saíram durante o debate que possam ser de interesse geral,,en,Eu tenho editado e formatado o debate para facilitar a leitura,,en,É verdade que muitas pessoas brilhantes têm ponderado sobre as coisas que eu falar neste blog e no meu livro,,en.

Going through the debate again, I feel that Ranga considers himself better-versed in the matters of philosophy than I am. I do too, I consider him better read than me. But I feel that his assumption (that I didn’t know so much that I should be talking about such things) may have biased his opinion and blinded him to some of the genuinely new things (na minha opinião, claro) I had to say. Não obstante, I think there are quite a few interesting points that came out during the debate that may be of general interest. I have edited and formatted the debate for readability.

It is true that many bright people have pondered over the things I talk about in this blog and in my book. E eles têm articulado seus pensamentos em suas obras,,en,provavelmente melhor do que eu tenho no meu,,en,Embora seja sempre uma boa idéia para ir através dos escritos existentes para,,en,limpar a minha cabeça,,en,como um dos meus revisores sugeriu ao recomendar David Humes,,en,tal leitura ampla cria um risco inerente,,en,Não é tanto o tempo que levará para ler e entender os escritos e o custo de oportunidade associado no pensamento,,en,é também o fato de que tudo o que lê fica assimilado em você e suas opiniões se tornam influenciados por esses pensadores brilhantes,,en,Enquanto que pode ser uma coisa boa,,en,Eu olhar para ele como se ele pode realmente ser prejudicial para o pensamento original,,en,Levada ao extremo,,en, probably better than I have in mine. Although it is always a good idea to go through the existing writings to “clear my head” (as one of my reviewers suggested while recommending David Humes), such wide reading creates an inherent risk. It is not so much the time it will take to read and understand the writings and the associated opportunity cost in thinking; it is also the fact that everything you read gets assimilated in you and your opinions become influenced by these brilliant thinkers. While that may be a good thing, I look at it as though it may actually be detrimental to original thought. Taken to the extreme, tal assimilação cego pode resultar em suas opiniões tornando-se mera regurgitação dessas escolas clássicas do pensamento,,en,como Hermann Hesse implica em,,en,Siddhartha,,en,sabedoria não pode ser ensinado,,en,Tem que ser gerado a partir de dentro,,en,As palavras de Ranga são de cor verde,,en,Azul quando citou pela segunda vez,,en,Mina estão em branco,,en,Roxo quando citou pela segunda vez,,en,seg,,en,em diferentes graus,,en,familiarizado com os filósofos distinção e cientistas fazem em termos de realidades fenomenais e físicas,,en,das obras de Upanishads,,en,Então Adwats / Dwats,,hi,para o Númeno / Fenómeno de Schopenhauer,,en,eo Universo bloco da Relatividade Especial,,en,e até mesmo as recentes teorias da física,,en,Kaluza e Klein,,en,A percepção de que o que percebemos não é necessariamente o que,,en,existia em uma variedade de maneiras de um longo tempo,,en.

Além, as Hermann Hesse implies in Siddhartha, wisdom cannot be taught. It has to be generated from within.

Ranga’s words are colored Green (ou Blue when quoted for the second time).

Mine are in White (ou Purple when quoted for the second time).

Mon, Maio 21, 2007 em 8:07 PM.

Eu sou, to different extents, familiar with the distinction philosophers and scientists make in terms of phenomenal and physical realities – from the works of Upanishads, to the Advaitas/Dvaitas, to the Noumenon/Phenomenon of Schopenhauer, and the block Universe of Special Relativity, and even the recent theories in physics (Kaluza and Klein). The insight that what we perceive is not necessarily what “é”, existed in a variety of ways from a long time. Contudo, tais percepções não foram prontamente abraçada e incorporada em todas as ciências,,en,Existe uma vasta literatura sobre isso em neurociência e ciências sociais,,en,é realmente muito bom que você tentou trazer isto à física,,en,por recordar nossa discussão anterior sobre este,,en,pela leitura através de sua introdução ao livro no website e entender a inclinação do papel,,en,não poderia encontrá-lo na revista,,en,ele tem sido aceito,,en,Para sugerir que poderia haver movimento superluminal e para explicar os fenômenos conhecidos como GRBs através de uma peculiaridade,,en,em nossa percepção,,en,mesmo nos instrumentos físicos,,en,é ousado e precisa de atenção especial por outras pessoas no campo,,en,Um deve sempre fazer perguntas para atravessar,,en,fronteiras,,en,neste caso, claro, a velocidade da luz,,en,é bastante imprecisa e superficial,,en. There is a enormous literature on this in neuroscience and social sciences. Assim, it is indeed very good that you have attempted to bring this in to physics – by recollecting our previous discussion on this, by reading through your introduction to the book in the website and understanding the tilt of your paper (could not find it in the journal – has it been accepted?). To suggest that there could be superluminal motion and to explain known phenomena such as GRBs through a quirk (?) in our perception (even in the physical instruments) is bold and needs careful attention by others in the field. One should always ask questions to cross “percebido” boundaries – in this case of course the speed of light.

Contudo, it is quite inaccurate and superficial (na minha opinião) a pensar que há algum,,en,realidade além do,,en,nos encontramos,,en,Embora seja importante saber que existem múltiplas realidades para diferentes indivíduos em nós,,en,e inclusive organismos diferentes,,en,dependendo sentidos e intelecto,,en,é igualmente importante perguntar o que a realidade é, afinal, quando não há percepção,,en,Se ele não pode ser acessado por qualquer meio,,en,o que é isso de qualquer maneira,,en,Existe tal coisa em tudo,,en,É uma realidade absoluta no movimento dos planetas,,en,estrelas e galáxias sem organismos neles,,en,Quem percebe-los como tal, quando não há ninguém para perceber,,en,Que forma eles levá,,en,Existe forma,,en,Ao aplicar a filosofia,,en,que li assim como questões mais profundas e mais ousadas,,en,para a ciência,,en,que li como uma séria tentativa de responder a essas perguntas,,en,você não pode ser meio caminho em seus métodos,,en “absoluto” reality beyond the “realidade” we encounter. While it is important to know that there are multiple realities for different individuals in us, and even different organisms, depending on senses and intellect, it is equally important to ask what reality is after all when there is no perception. If it cannot be accessed by any means, what is it anyway? Is there such a thing at all? Is Absolute Reality in the movement of planets, stars and galaxies without organisms in them? Who perceives them as such when there is nobody to perceive? What form do they take? Is there form? In applying philosophy (which I read just as deeper and bolder questions) to science (which I read as a serious attempt to answer those questions), you cannot be half-way in your methods, desenho fronteiras imaginárias que algumas questões são demasiado filosófica ou muito teológica por enquanto,,en,Enquanto seu livro,,en,o resumo de pelo menos,,en,parece trazer para casa um ponto importante,,en,pelo menos para aqueles que não ter pensado nessa direção,,en,que a realidade que percebemos é dependente do médio / modo,,en,luz em alguns casos,,en,eo instrumento,,en,órgão dos sentidos e do cérebro,,en,que usamos para perceber,,en,parece deixar para trás uma idéia superficial de que não é uma realidade absoluta quando você remover estes erros de percepção,,en,São eles os erros de percepção,,en,não são instrumentos de percepção e as próprias percepções parte da própria realidade,,en,Para sugerir que há alguma outra realidade além da soma de todas as nossas percepções é filosoficamente igualmente errônea como sugerindo que o que percebemos é a única realidade,,en,Tudo o mesmo,,en.

While your book (the summary at least) seems to bring home an important point (at least to those who have not thought in this direction) that the reality we perceive is dependent on the medium/mode (light in some cases) and the instrument (sense organ and brain) we use for perceiving, it seems to leave behind a superficial idea that there is Absolute Reality when you remove these perceptual errors. Are they perceptual errors – aren’t perceptual instruments and perceptions themselves part of reality itself? To suggest that there is some other reality beyond the sum of all our perceptions is philosophically equally erroneous as suggesting that what we perceive is the only reality.

All the same, a questão sobre a realidade ou a falta dela não foi bem incorporada nas ciências físicas e eu desejo o melhor a este respeito,,en,Felicidades,,en,sala de aula,,ga.

Cheers
Ranga

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